04 outubro, 2008

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3 comentários:

memória disse...

Onde o poeta bebia o seu cálice de aguardente ou absinto...

AugustoMaio disse...

Sim, e onde, por certo, lhe surgiram inspirações incontáveis, que deram letras feitas de maravilha.

maioazul disse...

Poeta imenso, que as mesas guardam ao infinito; anos que nunca passam; palavras que nunca morrem.